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	<title>EMPRESARIAL</title>
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	<description>A Unicred Empresarial é uma Cooperativa de Crédito que oferece aos seus cooperados produtos financeiros como conta corrente, cartão de crédito, financiamento, emprestimo, aplicação.</description>
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		<title>Consumidores que ganham até R$ 500 reduzem busca por crédito em 2012 Consumidores que ganham até R$ 500 reduzem busca por crédito em 2012 Consumidores que ganham até R$ 500 reduzem busca por crédito em 2012</title>
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		<pubDate>Thu, 16 Feb 2012 12:50:10 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Os consumidores de todas as faixas de renda tiveram redução na busca por crédito em janeiro deste ano, de acordo com o Indicador Serasa Experian da Demanda do Consumidor por Crédito, divulgado nesta quinta-feira (16).]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">SÃO PAULO – Os consumidores de todas as faixas de renda tiveram redução na busca por crédito em janeiro deste ano, de acordo com o Indicador Serasa Experian da Demanda do Consumidor por Crédito, divulgado nesta quinta-feira (16). Os consumidores que ganham até R$ 500 por mês, no entanto, mostraram a maior variação negativa na comparação mensal, de 9,1%.<br />
Na análise mensal, os consumidores que ganham de R$ 500 a R$ 1.000 por mês mostram queda de 9,0% na demanda por crédito. Entre os que ganham de R$ 1.000 a R$ 2 mil, R$ 2 mil a R$ 5 mil, R$ 5 mil a R$ 10 mil e mais de R$ 10 mil as quedas mensais respectivas foram de 7,8%, 7,1%, 6,4% e 5,8%.<br />
Outros comparativosNa comparação anual, ou seja, confrontando a demanda registrada em janeiro deste ano com a de janeiro do ano passado, a demanda por crédito, no geral, recuou 6,1%.<br />
Ainda de acordo com a pesquisa da entidade, na comparação anual, quatro das cinco faixas de renda avaliadas apresentaram redução na procura por crédito, com destaque para os que ganham entre R$ 2 mil e R$ 5 mil por mês, com queda de 7,9%.</p>
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		<title>Compras coletivas: 64% dos consumidores já perderam o cupom  Compras coletivas: 64% dos consumidores já perderam o cupom  Compras coletivas: 64% dos consumidores já perderam o cupom</title>
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		<pubDate>Thu, 16 Feb 2012 12:48:03 +0000</pubDate>
		<dc:creator>editor</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>

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		<description><![CDATA[Os consumidores brasileiros não andam dando muita atenção aos cupons que adquirem nos sites de compras coletivas. Cerca de 64% dos consumidores que costumam comprar nestes sites já perderam pelo menos uma vez o voucher adquirido.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">SÃO PAULO – Os consumidores brasileiros não andam dando muita atenção aos cupons que adquirem nos sites de compras coletivas. Cerca de 64% dos consumidores que costumam comprar nestes sites já perderam pelo menos uma vez o voucher adquirido.<br />
Isso porque, segundo o diretor Reurbano, site especializado em revenda de cupons, Felipe Lachowski, o consumidor brasileiro tem o hábito de comprar por impulso e não por necessidade. “Geralmente, vêem uma promoção e compram pelo simples fato de ter um desconto agressivo”, explica Lachowski.<br />
O mercado brasileiro de compras coletivas é o terceiro maior do mundo, perdendo apenas para os Estados Unidos e o eixo Europa. “Em nenhum lugar do mundo houve uma explosão de compras coletivas como no Brasil”.<br />
Segundo Lanchowski, no País existem, em média, dois mil sites de compras coletivas, enquanto que nos Estados Unidos, país líder no seguimento, o número de sites não passa de 700. Em 2011, foram emitidos cerca de 90 mil cupons por dia no Brasil, uma média de 27 milhões por mês.<br />
Cuidados na hora de comprarAntes de realizar uma compra, o consumidor precisa analisar a real necessidade de adquirir aquele produto ou serviço. Nos casos de compras de serviços, é preciso observar se terá tempo para usufruir do cupom.<br />
Segundo o diretor da Reurbano, o que mais motiva o consumidor na hora da compra é o tamanho do desconto. No entanto, este item deveria despertar a atenção do consumidor com relação à credibilidade da oferta.<br />
Antes de realizar a compra o consumidor precisa analisar a credibilidade do site em que pretende adquirir o cupom, consultar as formas de atendimento ao consumidor, telefone do SAC e se o site possui sede física.<br />
Outro item a ser questionado é descrição do produto: será que este produto tem a qualidade que eu espero? O produto será entregue em sua residência ou é preciso retirar no estabelecimento?<br />
Já em casos de restaurantes, parques de diversões e hotéis, o consumidor precisa prestar atenção na validade do cupom, se ele é válido para os dia úteis, ou somente aos finais de semana, e o que ele abrange.</p>
<p style="text-align: justify;">(Infomoney)</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Consumidor deve estar atento às falsas promessas para quitação de dívidas Consumidor deve estar atento às falsas promessas para quitação de dívidas</title>
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		<pubDate>Tue, 14 Feb 2012 13:09:18 +0000</pubDate>
		<dc:creator>editor</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>

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		<description><![CDATA[Não é difícil encontrar anúncios de empresas que prometem facilidades para quitar débitos e retirar a anotação de inadimplência dos órgãos de proteção ao crédito. ]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="ctl00_cphContent_ctl03_pnlNewsHotWords">
<div id="HOTWordsTxt">
<p style="text-align: justify;">SÃO PAULO &#8211; Não é difícil encontrar anúncios de <a rel="nofollow" href="http://www.infomoney.com.br/emprestimos-dividas-e-inadimplencia/noticia/2339836-consumidor+deve+estar+atento+falsas+promessas+para+quitacao+dividas#">empresas</a> que prometem facilidades para quitar débitos e retirar  a anotação de <a href="http://web.infomoney.com.br/templates/news/view.asp?codigo=2339804&amp;path=/suasfinancas/">inadimplência</a> dos  órgãos de proteção ao <a rel="nofollow" href="http://www.infomoney.com.br/emprestimos-dividas-e-inadimplencia/noticia/2339836-consumidor+deve+estar+atento+falsas+promessas+para+quitacao+dividas#">crédito</a>. De acordo com a Serasa Experian, para não ser vítima  de golpistas e estelionatários, o consumidor deve optar por regularizar sua  situação com o credor e, em caso de dúvida, o ideal é buscar informações com  órgãos de proteção ao consumidor.</p>
<p style="text-align: justify;">Um dos exemplos de golpes citados pela Serasa são kits e CDs com  informações sobre como retirar a anotação de inadimplência sem pagar a dívida,  muitas vezes, com métodos ilegais. Em média, são cobrados por essas <a rel="nofollow" href="http://www.infomoney.com.br/emprestimos-dividas-e-inadimplencia/noticia/2339836-consumidor+deve+estar+atento+falsas+promessas+para+quitacao+dividas#">dicas</a> de R$ 20 a R$ 50.</p>
<p style="text-align: justify;">Também existem empresas que se oferecem como intermediárias para a  renegociação da dívida. Nesses casos, o consumidor tem de pagar pelo serviço,  inclusive tendo de depositar o valor antecipadamente. Essas empresas costumam  desaparecer sem realizar a quitação do débito, deixando o consumidor sem ter  onde reclamar, já que muitas dessas empresas não possuem endereço físico. “Essas  promessas são formas de enganar o consumidor. Não existe fórmula mágica para ter  a anotação da dívida cancelada, sem que ela seja negociada ou paga”, afirma o <a rel="nofollow" href="http://www.infomoney.com.br/emprestimos-dividas-e-inadimplencia/noticia/2339836-consumidor+deve+estar+atento+falsas+promessas+para+quitacao+dividas#">diretor</a> jurídico da Serasa Experian, Silvânio  Covas.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Sem intermediários</strong><br />
Para evitar problemas, a Serasa  aconselha que os consumidores evitem intermediários para negociar as dívidas.  “Ele próprio [consumidor] pode procurar diretamente o credor ou buscar os  serviços da Serasa Experian e se informar sobre os procedimentos para quitar a  dívida. É mais prático, gratuito e mais seguro, pois o consumidor terá a certeza  de que o débito será pago e retirada a anotação de inadimplência dos órgãos de  proteção ao crédito”, afirma o gerente corporativo de relacionamento com o  consumidor da Serasa Experian, Tomás Carmona.</p>
<p style="text-align: justify;">Segundo a Serasa, para quem tem dívidas em atraso, é sempre bom tentar um  acordo com os credores. De acordo com o CDC (Código de Defesa do Consumidor), ao  ter uma dívida renegociada, a pessoa já pode ter o seu nome retirado dos bancos  de dados de anotações de inadimplemento, pois ela continua a ser devedora, mas  não é mais inadimplente.</p>
<p style="text-align: justify;">No ano passado, cerca de 2,5 milhões de consumidores foram atendidos nos  Postos de Atendimento ao Consumidor da Serasa Experian. O serviço gratuito  permite que os consumidores consultem pessoalmente o seu CPF, realizem a  regularização de pendências e cancelem as anotações de inadimplência.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Na mira da inadimplência</strong><br />
Algumas das dívidas mais comuns  que geram negativação de crédito na Serasa Experian são cheques sem fundos,  protesto de título, ação judicial, dívida vencida e não paga, além de ação de  execução fiscal federal.</p>
<p style="text-align: justify;">As informações sobre o inadimplente são repassadas pela Serasa às empresas e  instituições que concedem crédito.</p>
<p style="text-align: justify;">Veja na tabela abaixo como regularizar a situação de crédito:</p>
<table border="0" cellspacing="0" cellpadding="0">
<tbody>
<tr>
<th>Dívida</th>
<th>Regularização</th>
</tr>
<tr>
<td><strong>Cheques sem Fundos</strong></td>
<td>1. Procure a agência do banco indicada como apresentante da ocorrência de  cheque sem fundos.<br />
2. Solicite ao banco as informações sobre número, valor e  data do cheque que foi apresentado por duas vezes.<br />
3. Em seguida, verifique  nos canhotos de cheques em seu poder para quem foi emitido o cheque. Procure a  pessoa ou a empresa, a fim de regularizar o débito e recuperar o cheque.<br />
4.  De posse do cheque, prepare uma carta, conforme a orientação do gerente da  sua conta bancária que informou a ocorrência de cheque sem fundos. Junte o  original do cheque recuperado, recolha no banco as taxas pela devolução do  cheque e protocole uma cópia dos documentos entregues ao banco para  regularização no Banco Central.<br />
5. Para a regularização no CCF (cadastro de  emitentes de cheques sem fundo), o correntista deve acompanhar e obter o  protocolo da comunicação de regularização do seu banco para o Banco do Brasil,  encarregado pelo Banco Central de processar a atualização do arquivo de  CCF.<br />
6. A regularização de cheques sem fundos ocorrerá automaticamente após o  Banco do Brasil enviar o comando específico para a Serasa Experian, por meios  magnéticos.</td>
</tr>
<tr>
<td><strong>Anotação de Título Protestado</strong></td>
<td>1. Dirija-se ao cartório que registrou o protesto, a fim de obter os dados de  quem o protestou.<br />
2. Comunique-se com quem o protestou, regularize o débito e  peça uma carta indicando que a dívida foi regularizada.<br />
3. Reconheça a firma  da pessoa/empresa, retorne ao cartório onde consta o registro do protesto e  solicite a sua exclusão.<br />
4. Após o cancelamento do protesto, o cartório  repassará a informação para a Serasa Experian para que seja excluída a  anotação.<br />
5. Para agilizar a exclusão, o consumidor pode entregar a certidão  negativa do cartório na Serasa Experian para o cancelamento da  anotação.</td>
</tr>
<tr>
<td><strong>Anotação de Ação Judicial – Execução de Título Judicial e  Extrajudicial, Busca e Apreensão de Bens, Falência, Recuperação Judicial e  Extrajudicial e Concordata</strong></td>
<td>1. Para a regularização desse tipo de anotação, certifique-se de que o  processo já foi julgado e se encontra arquivado ou extinto.<br />
2. A certificação  é obtida por meio de cópia do despacho do juiz ou de certidão emitida pela  respectiva Vara Cível onde o processo foi julgado.<br />
3. Para agilizar,  encaminhe a Certidão de Extinção do Processo para a Serasa Experian.  Extinguindo-se o processo, a anotação será excluída. Na hipótese de apresentação  de embargos à execução e/ou apresentação de garantia da dívida, tal informação  poderá ser anotada complementarmente no banco de dados, bastando a apresentação  de documentos comprobatórios para a Serasa Experian.</td>
</tr>
<tr>
<td><strong>Dívida vencida e não paga</strong></td>
<td>1. Para a regularização desse tipo de anotação, o consumidor deve procurar  a instituição ou a empresa credora, que enviará comando específico para a  Serasa Experian excluir a anotação.</td>
</tr>
<tr>
<td><strong>Ação de Execução Fiscal Federal</strong></td>
<td>1. Para regularizar uma anotação de Ação de Execução Fiscal Federal,  basta apresentar a certidão negativa de débito da Justiça Federal ou entregar um  documento que comprove o pagamento da dívida ou a realização de  acordo.</td>
</tr>
<tr>
<td colspan="2">Fonte: Serasa Experiam</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p style="text-align: justify;">Após a entrega do documento necessário para a baixa da anotação, diretamente  na Serasa, o prazo para a exclusão da informação no sistema é de, no máximo, 10  dias, conforme a lei do Habeas Data (Lei n.º 9.507/97).</p>
</div>
</div>
<p style="text-align: justify;">&nbsp;</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Carnaval: confira dicas para aproveitar o feriado sem prejudicar o orçamento</title>
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		<pubDate>Mon, 13 Feb 2012 12:18:44 +0000</pubDate>
		<dc:creator>editor</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>

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		<description><![CDATA[SÃO PAULO – Boa parte dos problemas financeiros pessoais está ligada à má gestão do orçamento em momentos de festividades, como o Carnaval. Assim, para aproveitar essa data e evitar uma &#8220;ressaca&#8221; no seu bolso, vale a pena observar algumas dicas. A recomendação dos especialistas gira em torno de duas atitudes fundamentais: planejamento e organização. [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">SÃO PAULO – Boa parte dos problemas financeiros pessoais está ligada à má gestão do orçamento em momentos de festividades, como o Carnaval. Assim, para aproveitar essa data e evitar uma &#8220;ressaca&#8221; no seu bolso, vale a pena observar algumas dicas.<br />
A recomendação dos especialistas gira em torno de duas atitudes fundamentais: planejamento e organização. Comprar por impulso e não observar seu orçamento mensal possivelmente vão comprometer sua vida financeira.<br />
“É muito comum, nessa época do ano, as pessoas fazerem dívidas que não conseguem liquidar e que comprometem o crédito por um bom tempo. Por isso, é fundamental o planejamento financeiro para conseguir se divertir, sem prejudicar o seu orçamento mensal”, explica a diretora de recuperação da TeleCheque, Dirlene Martins.<br />
Durante o Carnaval, portanto, apesar de ser um momento de descanso e lazer, não se deve descuidar da gestão dos gastos. Caso contrário, quando você retornar da viagem, terá muitos problemas para lidar. “Utilize o crédito de forma consciente, antecipe sonhos e evite pesadelos. Tudo é uma questão de planejamento e organização”, recomenda Dirlene.<br />
Pensando nisso, o educador financeiro Reinaldo Domingos elaborou uma lista de dicas para retornar do Carnaval com as finanças em ordem. Confira:<br />
1. Dentro do orçamento &#8211; escolha um local de acordo com suas reais condições financeiras; não adianta querer esbanjar em um evento fora de sua realidade e depois ter de arcar com dívidas;<br />
2. Planejando as festas &#8211; leve para as noites apenas um limite de dinheiro contado, pois, no impulso, sempre se gasta mais do que pode;<br />
3. Organizando eventos &#8211; organize eventos pré-bailes e festas em casas de amigos ou em sua própria casa, economizando assim no consumo de comes e bebes;<br />
4. Cuidado com os excessos &#8211; se for beber, pegue um táxi ou deixe que um amigo que não beba dirija; evite os riscos e custos de multas e acidentes. A saúde deve ser a prioridade;<br />
5. Esteja pronto para imprevistos &#8211; reserve sempre 20% a mais do que gastará para imprevistos. Esta reserva proporcionará mais tranquilidade, mas só deverá ser gasta em última necessidade;<br />
6. Divida as despesas &#8211; se reúna com amigos e divida as despesas; o Carnaval é uma festa que é muito melhor e mais barata quando a compartilhamos;<br />
7. Gaste menos &#8211; limitar as bebidas alcoólicas evita ressaca e gastos, pois este é o item com que as pessoais mais gastam e normalmente perdem o limite;<br />
8. Dinheiro &#8211; evite levar para as festas grandes quantias de dinheiro, cartões e objetos de valor. No meio da folia você poderá perder os documentos ou mesmo ser furtado. O pouco que levar ponha em locais de confiança;<br />
9. Use a criatividade &#8211; se estiver sem dinheiro e quiser se fantasiar, busque usar a imaginação, economizando neste item. Reciclar é uma ótima pedida;<br />
10. Evite dívidas &#8211; evite fazer dívidas por causa de Carnaval; quatro dias de festa não podem se refletir em muitos meses de dívidas.</p>
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		<title>Total de cheques sem fundo cai para 1,93% em janeiro Total de cheques sem fundo cai para 1,93% em janeiro Total de cheques sem fundo cai para 1,93% em janeiro Total de cheques sem fundo cai para 1,93% em janeiro</title>
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		<pubDate>Fri, 10 Feb 2012 17:56:40 +0000</pubDate>
		<dc:creator>editor</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>

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		<description><![CDATA[A Serasa Experian informou nesta quarta-feira (8) que 1,93% dos cheques de todo o País foram devolvidos em janeiro deste ano, o que mostra uma leve queda sobre o porcentual registrado em dezembro (1,99%). ]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Da Agência Estado</p>
<p style="text-align: justify;">A Serasa Experian informou nesta quarta-feira (8) que 1,93% dos cheques de todo o País foram devolvidos em janeiro deste ano, o que mostra uma leve queda sobre o porcentual registrado em dezembro (1,99%). O Indicador de Cheques Sem Fundos, porém, mostra que o resultado de janeiro deste ano foi maior que o verificado no mesmo mês de 2011, quando 1,70% dos documentos não tinham fundos.<br />
Em janeiro foram devolvidos 1.530.103 cheques, contra 1.667.420 em dezembro e 1.446.285 em janeiro de 2011. A Região Norte foi a que registrou a maior parcela de cheques sem fundo (4,11%), seguida pelo Nordeste (3,17%), Centro-Oeste (2,64%), Sul (1,83%) e Sudeste (1,57%). Entre os Estados, o maior porcentual ficou com Roraima (14,61%) e o menor, com São Paulo (1,45%).<br />
A queda de janeiro ante dezembro é justificada, segundo a empresa, pela redução dos juros e da inflação e em decorrência do 13.º salário pago em dezembro aos trabalhadores. Ainda de acordo com a Serasa Experian, janeiro também foi um mês de redução no consumo em razão das compras parceladas de Natal, de pagamento de tributos e gastos com material escolar.</p>
]]></content:encoded>
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		<item>
		<title>Advogado critica PL que institui o Código de Defesa do Contribuinte</title>
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		<pubDate>Thu, 09 Feb 2012 14:53:28 +0000</pubDate>
		<dc:creator>editor</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.unicredempresarial.com.br/site/?p=1820</guid>
		<description><![CDATA[O advogado, especialista em direito tributário do escritório Peixoto e Cury Advogados, Glaucio Pellegrino Grottoli, questiona a real necessidade do Código de Defesa do Contribuinte, previsto no PL (Projeto de Lei) 2.557/11.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">SÃO PAULO &#8211; O advogado, especialista em direito tributário do escritório Peixoto e Cury Advogados, Glaucio Pellegrino Grottoli, questiona a real necessidade do Código de Defesa do Contribuinte, previsto no PL (Projeto de Lei) 2.557/11.<br />
Para Grottoli, o projeto, que já está sendo objeto de emendas, não traz grandes novidades ao contribuinte, visto que, na opinião dele, o código é redundante, quando confrontado com a Constituição Federal, com o CTN (Código Tributário Nacional) e demais normas tributárias.<br />
Além disso, argumenta o advogado, a proposta institui uma série de normas sem a contrapartida de penalidades definidas. “O mais certo seria instituir uma série de penalidades a serem impostas à administração tributária, ou ao funcionário público em serviço desta, a fim de obrigar ao cumprimento das normas ali previstas”.<br />
CódigoDe autoria do deputado federal Laércio de Oliveira (PR-SE), o Projeto que institui o Código de Defesa do Contribuinte é dividido em partes: as disposições preliminares; as partes dedicadas aos direitos, garantias e obrigações do contribuinte e dos deveres da administração fazendária; e a instituição do Codecon (Conselho Federal de Defesa do Contribuinte).<br />
Na opinião de Grottoli, esta última é a única parte que faz algum sentido do ponto de vista prático. “A única parte aproveitável do PL é a última, que institui o Codecon”, diz.<br />
Pelo projeto, o Conselho será constituído por entidades representativas da indústria, comércio e serviços, órgãos representativos de classe (advocacia e contabilidade) e entidades governamentais, além da Casa Civil. Caso qualquer contribuinte se sinta desrespeitado nos seus direitos poderá apresentar reclamação junto ao órgão.</p>
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		<title>Lançamento da parceria entre o SPC Brasil e a Serasa</title>
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		<pubDate>Wed, 08 Feb 2012 15:42:10 +0000</pubDate>
		<dc:creator>editor</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Foi realizado hoje, pela Base Operadora / CDL Recife e SPC Brasil, com o apoio da FCDL-PE, o lançamento oficial da parceria entre o SPC Brasil e a Serasa para a imprensa e empresários. ]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Foi realizado hoje, pela Base Operadora / CDL Recife e SPC Brasil, com o apoio da FCDL-PE, o lançamento oficial da parceria entre o SPC Brasil e a Serasa para a imprensa e empresários. O evento aconteceu no prédio do JCPM e contou com a presença do presidente da FCDL-PE, Adjar Soares, da CDL Recife, Eduardo Catão, da CNDL, Roque Pellizzaro, e do SPC Brasil, Roberto Alfeu, entre outros.<br />
Fotos: http://www.flickr.com/photos/fcdlpe/sets/72157629231184773/</p>
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		<title>Metade da população brasileira sente confiança para investir no futuro</title>
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		<pubDate>Wed, 08 Feb 2012 15:40:06 +0000</pubDate>
		<dc:creator>editor</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>

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		<description><![CDATA[ metade dos brasileiros (50%) se sente um pouco ou muito mais confiante em sua capacidade de investir no futuro (o que inclui a capacidade de poupar para se aposentar ou pagar os estudos dos filhos) do que se sentia há seis meses. ]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>SÃO PAULO – A metade dos brasileiros (50%) se sente um pouco ou muito mais <a rel="nofollow" href="http://www.infomoney.com.br/investimentos/noticia/2335817-metade+populacao+brasileira+sente+confianca+para+investir+futuro#">confiante</a> em sua capacidade de <a href="http://www.infomoney.com.br/financas/noticia/2329317">investir</a> no futuro (o que inclui a capacidade de poupar para se aposentar ou <a rel="nofollow" href="http://www.infomoney.com.br/investimentos/noticia/2335817-metade+populacao+brasileira+sente+confianca+para+investir+futuro#">pagar</a> os estudos dos filhos) do que se sentia há seis meses. A conclusão é de levantamento realizado em janeiro pela Ipsos, a pedido da ACSP (Associação Comercial de São Paulo), e divulgado nesta quarta-feira (8).</p>
<p>Os dados também revelaram que as classes AB são as que têm maior parcela de <a rel="nofollow" href="http://www.infomoney.com.br/investimentos/noticia/2335817-metade+populacao+brasileira+sente+confianca+para+investir+futuro#">confiantes</a>. Neste sentido, 58% dos entrevistados destas classes responderam estar um pouco ou muito mais confiantes na capacidade de investir para o futuro.</p>
<p>Em seguida, dos entrevistados da classe C, 51% mostram a visão positiva, enquanto 35% dos pertencentes às classes D e E mostraram tal <a rel="nofollow" href="http://www.infomoney.com.br/investimentos/noticia/2335817-metade+populacao+brasileira+sente+confianca+para+investir+futuro#">confiança</a>.</p>
<p>Há ainda aqueles que acreditam que sua capacidade de investimento é a mesma de seis meses atrás. Essa opinião atingiu 29% das classes A e B, 27% da classe C e 19% dos pesquisados das classes D e E.</p>
<p><strong>Regiões do País</strong><br />
Analisando as regiões do Brasil, os entrevistados do Nordeste e do Sudeste são os que mostraram, no mês de janeiro, mais confiança para investir no futuro, na comparação com seis meses atrás. Essa percepção atingiu 58% dos moradores de ambas as regiões.</p>
<p>No Sul, 47% da população olha para o futuro de forma favorável. Em seguida vem a região Norte/Centro-Oeste, com 40% da população acreditando estar um pouco ou muito mais confiante em investir.</p>
<p>Por outro lado, 35% dos entrevistados do Sul sentiram que sua capacidade de investimento era a mesma de seis meses atrás, contra 13% dos entrevistados do Nordeste. No Norte/Centro-Oeste e Sudeste as taxas foram de 36% e 28%, nesta ordem.</p>
<p><strong>Menos confiantes</strong><br />
De maneira geral, 23% dos entrevistados se disseram um pouco ou muito menos confiantes para investir no futuro. Dos entrevistados das classes D e E, 40% tiveram essa opinião em janeiro, ao passo que nas classes C e AB o percentual foi de 21% e 12%, respectivamente.</p>
<p>Quanto às regiões, no Sudeste, 24% das pessoas estavam menos confiantes do que há seis meses com o quesito investimento futuro. Já no Nordeste, Norte/Centro-Oeste e Sul, esse percentual foi de 23%, 21% e 17%, respectivamente.</p>
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		<title>Brasileiros perdem mais de R$ 100 bilhões em pontos nos cartões em 2010</title>
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		<pubDate>Mon, 06 Feb 2012 12:34:36 +0000</pubDate>
		<dc:creator>editor</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>

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		<description><![CDATA[Os usuários brasileiros de cartões de crédito  perderam cerca de R$ 101,3 bilhões em pontos no cartão em 2010, segundo revelam dados do Banco Central.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">SÃO PAULO &#8211; Os usuários brasileiros de cartões de crédito  perderam cerca de R$ 101,3 bilhões em pontos no cartão em 2010, segundo revelam dados do Banco Central.<br />
De acordo com o BC, a falta de utilização dos consumidores e o cancelamento do produto são os fatores que mais explicam o número expressivo de pontos perdidos nos programas de fidelidade dos cartões de crédito.<br />
Considerando os trimestres, o levantamento aponta que o último trimestre de 2010 foi o período no qual os usuários mais perderam pontos:R$ 27,177 bilhões. O terceiro trimestre aparece em seguida, com R$ 26,829 bilhões de pontos perdidos, seguido pelo segundo trimestre, com R$ 24,146 bilhões de pontos e pelo primeiro, com R$ 23,186 bilhões.<br />
CuidadosDe acordo com a gerente jurídica do Idec (Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor), Maria Elisa Novais, o desconhecimento também pode ser uma explicação para que o consumidor não utilize esses pontos.<br />
Assim, esclarece ela, o banco precisa disponibilizar de forma ostensiva as informações, tendo por escrito que o consumidor teve ciência das regras de utilização e de quaisquer outros dados que envolvam os pontos e o cartão.<br />
Além disso, alerta Maria Elisa, a administradora do cartão não pode alterar a pontuação, mesmo avisando o consumidor.<br />
Segundo a gerente jurídica do Idec, quem tiver pontos perdidos por desconhecimento do uso pode solicitar a pontuação novamente para a empresa, e, caso o problema não se resolva, buscar o Procon de sua cidade ou entrar com ação judicial.</p>
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		<title>EI: declaração deve ser enviada à Receita até 31 de maio</title>
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		<pubDate>Fri, 03 Feb 2012 13:02:59 +0000</pubDate>
		<dc:creator>editor</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>

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		<description><![CDATA[Os empreendedores individuais de todo o País deverão enviar a DASN (Declaração Anual do Simples Nacional) à Receita Federal até o dia 31 de maio deste ano. ]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">SÃO PAULO – Os empreendedores individuais de todo o País deverão enviar a DASN (Declaração Anual do Simples Nacional) à Receita Federal até o dia 31 de maio deste ano. Quem não cumprir o prazo ficará sujeito a multas e ainda poderá ter o CNPJ (Cadastro Nacional Pessoa Jurídica) e CPF (Cadastro de Pessoa Física) restrito.<br />
De acordo com a Agência Sebrae de Notícias, a DASN equivale ao imposto de renda da pessoa jurídica.<br />
“O documento é exigido das empresas que integram o Simples Nacional. Nele, os empreendedores fornecem as informações socioeconômicas da empresa e de seu faturamento bruto registrado nos últimos 12 meses”, informa a entidade.<br />
Como proceder?Para enviar a declaração, os empreendedores individuais precisam apenas acessar a página da Receita Federal e se dirigir ao link do Simples Nacional. No item em questão, basta informar o CNPJ do EI e seguir as instruções do site.<br />
Lembrando que o EI deverá informar ainda se houve o registro de funcionários durante o ano de 2011 e que aqueles que possuem empresas registradas no setor de comércio ou da indústria precisam declarar o valor da receita sujeita à cobrança de ICMS (Imposto sobre a Circulação de Mercadorias e Serviços).<br />
“É de extrema importância que o empreendedor saiba o valor exato de seu faturamento de janeiro a dezembro de 2011 e que o informe corretamente na declaração”, explica o analista técnico do Sebrae, Douglas Mousse.</p>
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